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A pressão popular está aumentando, e estamos virando o jogo. Vamos assinar a petição e impedir essas leis, salvando a Internet livre!
Eu queria muito que alguém me chamasse pra dançar. Mas o convite tinha que partir dos meus amigos no Facebook. E tinha que ser musical. O melhor foi premiado com um livro.

Quando as sugestões de música começaram a brotar nos comentários do post, eu tive a ideia de presentear o amigo ou amiga que me fizesse o melhor convite para dançar. Utilizando-se de vídeos encontrados no YouTube, quatro participantes enviaram suas sugestões por meia hora (15h30 - 16h00). Foram 54 comentários e 18 vídeos avaliados. O que mais me agradou foi “Dancing Queen”, do ABBA.
Ao anunciar o ganhador, me comprometi a reservar um livro especial para retribuir o convite. O livro deve ser retirado na livraria de outro amigo. O estabelecimento ainda não tem um fluxo grande de visitantes por ter se instalado a pouco tempo no centro de Sorocaba/SP. Escolhi a livraria por ter à venda títulos raros e obras dificilmente encontradas por aqui.
A lógica foi presentear dois amigos: o que me ofereceu a música vai ganhar um livro e, ao retirar no local, conhecerá uma das melhores livrarias da cidade; por sua vez, o dono da livraria ganhará um novo cliente e, provavelmente, tantos outros que saberão de sua loja e outros serviços lá prestados (aulas de idiomas e de redação, agenda cultural etc).
As músicas enviadas foram:
Remedy (Little Boots)
Dance agora (Cachorro Grande)
Do you wanna dance (Ramones)
Singing in the rain (Gene Kelly)
Let’s dance (Ramones)
Dance the night away (Van Halen)
Domingo no parque (Gilberto Gil & Os Mutantes)
Dancing Queen (ABBA)
Let’s dance (David Bowie)
Twist and shout (The Beatles)
Gotta felling (Black Eyed Peas)
Flash Mob Mamma Mia em São Paulo
La macarena (Los Del Rio)
Chorando se foi (Kaoma)
Do you wanna dance (Johnny Rivers)
Save the last dance for me (Ben E. King)
Quem te ensinou a dançar (Banda Dona Joana)
Hoje não se fala mais em comunicação sem falar em mídias sociais. Muito além disso - e é exatamente no que acredito -, não se deve mais trabalhar em RH sem se preocupar com a comunicação. Afinal, a comunicação está presente em todas as formas de relacionamento. E falar sobre mídias sociais é falar sobre relacionamento.
Há anos descobri meu interesse pelo comportamento humano e, sobretudo, como ele é encarado pelas empresas e como estas realizam seleções de pessoal para preencher vagas diversas, e o grande equívoco: confundir RH com departamento pessoal. Há um abismo entre um e outro, apesar de estarem próximos. Se proximidade fosse sinônimo de similaridade, o Marketing estaria nessa também. Ele é o unificador das informações de toda uma empresa e responsável por transformar essas informações em ações para cada área, não só com os olhos para fora, mas também voltados para dentro da empresa.
Temos ferramentas disponíveis para valorizar os responsáveis por manter uma empresa em pé: os colaboradores. Longe de subestimar o público consumidor, é importante ressaltar a força que o funcionário tem para ajudar a empresa em qualquer situação, sobretudo nas crises. Depende do engajamento. Essa palavra tem sido repetida exaustivamente há algum tempo. Lembra do comprometimento, também largamente repetido? Pois é, ganhou uma conotação extra. Porque comprometer é aquele velho conhecido “na alegria e na tristeza, na saúde e na doença”. Engajar é, além disso, motivar o outro a participar, ou seja, tomar posição ativa nos problemas e desafios que surgem na rotina de qualquer trabalho.
Abaixo, o vídeo Mídias Sociais no mundo corporativo mostra as principais diferenças entre mídias sociais e redes sociais, o passo a passo desde a pesquisa até o lançamento da empresa nessas redes, os pilares da liderança aberta e do engajamento. Além disso, alguns dados sobre a utilização das redes sociais pelas corporações e o vídeo Redes Sociais em Linguagem Básica, da Common Craft, dentro desta apresentação.
mídias sociais no mundo corporativo from Lívia Gusmão on Vimeo.
Mídias Sociais no mundo corporativo
Como as mídias sociais são empregadas na comunicação corporativa.
Pesquisa: Lívia Gusmão
Vídeo anexo: “Redes Sociais em Linguagem Básica”, da Common Craft
Portfolio apresentado: “Manual de Mídias Sociais”, criado por Lívia Gusmão para o colégio Objetivo Sorocaba
Trilha: “Teia Cultural” por Christiaan Oyens
Edição: Lívia Gusmão
Produção: Calopsita Diálogos em Redes Sociais
Recentemente, em uma conversa informal com os amigos, percebi que muitos gostam de infográficos e compreendem bem a informação exposta de forma um pouco mais lúdica - ou menos engessada.
Mas há um porém: o idioma. Este não pode ser um elemento dificultador, senão, em poucos segundos, aquele trabalho bem feito é abandonado, por maior que seja o interesse. E nem estou falando de grego ou javanês. É do inglês mesmo. Principais causas da desistência: preguiça e imediatismo.
Por isso, ao encontrar o infográfico You Are What You Tweet, da Frugal Dad, fiz uma tradução livre do que li e quero compartilhar com todos os preguiçosos e imediatistas de plantão. E com você também. :)
você é o que você tuíta from Lívia Gusmão on Vimeo.
Você é o que você tuíta
RETROSPECTIVA 2011
Os assuntos mais comentados no Twitter e Facebook e os mais procurados no Google em 2011.
Fonte: Frugal Dad
Tradução livre: Lívia Gusmão
Trilha: “Teia Cultural” por Christiaan Oyens
Edição: Silvio The Freitas
Produção: Calopsita Diálogos em Redes Sociais