lívia gusmão

sorocabana desde 1981. poetisa de nascença. analista de mídias sociais por vocação. estudei música por um tempo. me tornei compositora por acaso.



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Hoje não se fala mais em comunicação sem falar em mídias sociais. Muito além disso - e é exatamente no que acredito -, não se deve mais trabalhar em RH sem se preocupar com a comunicação. Afinal, a comunicação está presente em todas as formas de relacionamento. E falar sobre mídias sociais é falar sobre relacionamento.

Há anos descobri meu interesse pelo comportamento humano e, sobretudo, como ele é encarado pelas empresas e como estas realizam seleções de pessoal para preencher vagas diversas, e o grande equívoco: confundir RH com departamento pessoal. Há um abismo entre um e outro, apesar de estarem próximos. Se proximidade fosse sinônimo de similaridade, o Marketing estaria nessa também. Ele é o unificador das informações de toda uma empresa e responsável por transformar essas informações em ações para cada área, não só com os olhos para fora, mas também voltados para dentro da empresa.

Temos ferramentas disponíveis para valorizar os responsáveis por manter uma empresa em pé: os colaboradores. Longe de subestimar o público consumidor, é importante ressaltar a força que o funcionário tem para ajudar a empresa em qualquer situação, sobretudo nas crises. Depende do engajamento. Essa palavra tem sido repetida exaustivamente há algum tempo. Lembra do comprometimento, também largamente repetido? Pois é, ganhou uma conotação extra. Porque comprometer é aquele velho conhecido “na alegria e na tristeza, na saúde e na doença”. Engajar é, além disso, motivar o outro a participar, ou seja, tomar posição ativa nos problemas e desafios que surgem na rotina de qualquer trabalho.

Abaixo, o vídeo Mídias Sociais no mundo corporativo mostra as principais diferenças entre mídias sociais e redes sociais, o passo a passo desde a pesquisa até o lançamento da empresa nessas redes, os pilares da liderança aberta e do engajamento. Além disso, alguns dados sobre a utilização das redes sociais pelas corporações e o vídeo Redes Sociais em Linguagem Básica, da Common Craft, dentro desta apresentação.

mídias sociais no mundo corporativo from Lívia Gusmão on Vimeo.

Mídias Sociais no mundo corporativo
Como as mídias sociais são empregadas na comunicação corporativa.

Pesquisa: Lívia Gusmão
Vídeo anexo: “Redes Sociais em Linguagem Básica”, da Common Craft
Portfolio apresentado: “Manual de Mídias Sociais”, criado por Lívia Gusmão para o colégio Objetivo Sorocaba
Trilha: “Teia Cultural” por Christiaan Oyens
Edição: Lívia Gusmão
Produção: Calopsita Diálogos em Redes Sociais

A notícia não é tão nova, mas é recente e válida para quem ainda não viu. Pesquisa mostra que 65% das empresas já utilizam as redes sociais como ferramenta de comunicação com clientes e prospects. O infográfico mostra o que e como elas têm feito para trabalhar com essas redes.

(via Portal HSM)

Como mídias sociais, confesso que ainda há certa dificuldade em mostrar às empresas que suas redes não querem só anúncios patrocinados.

Dizia-se, cerca de até uma década atrás, que uma porcentagem pequena de consumidores reclamavam de um produto ou serviço diretamente à empresa. Hoje, por mais que ele não o faça no balcão da loja, é possível detectar inúmeras reclamações e ações efetivas nas redes sociais realizadas por consumidores.

Sua empresa está preparada para responder a essas reclamações? Se algumas decisões podem estar ligadas a quem vai executá-las, é possível delegar o monitoramento da marca e a interação com o público a um colaborador da empresa.

Defina as diretrizes (quais informações podem circular nas redes, por exemplo), explicite-as e dê o treinamento necessário a esse colaborador. O vídeo da common craft mostra bem como isso pode funcionar.

Quer saber como? Isso deixo para um próximo post. Afinal, estamos falando de relações humanas e elas não se resolvem assim… em meia dúzia de linhas, não é mesmo? ;)

For organizations, real time is not fast enough.
Jeremiah Owyang, SF, Silicon Valley
Industry Analyst - Altimeter Group

Ilustração: Blog cafeeconteudo.blogspot.com

Antigamente, ter um emprego bastava. Hoje as empresas têm que ser mais interessantes aos novos profissionais. Mas, tenho notado que essa insatisfação por “algo melhor” ou essa “petulância y” existe também em muitos profissionais beirando os 40. Seria uma revolução do “quem pode mais”?

Parte dessa geração y teve o prazer de aprender, seja em âmbito pessoal ou profissional, com pessoas da geração anterior e passou a infância controlando os gastos em família porque existia o inferno da inflação com precificação diária. Mas, muitos nunca nem viram aquela maquininha de preços, cujo barulho já nos tirava cruzeiros e cruzados dos bolsos. Eles estão aprendendo, nas universidades, com pessoas de sua geração, aquelas que “curtiram” uma infância sem bolacha recheada de chocolate porque era caro demais.

A geração Y é ávida por desafios. Será que aguenta qualquer um?