lívia gusmão

sorocabana desde 1981. poetisa de nascença. analista de mídias sociais por vocação. estudei música por um tempo. me tornei compositora por acaso.



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O Facebook trouxe mais uma novidade para as fan pages. Trata-se da timeline, somente liberada para perfis até o dia de ontem, quando tudo mudou para as empresas. Mas, a mudança do layout implica mais do que o reposicionamento de abas e a inserção do cabeçalho. O novo design afeta o que as pessoas olham e por quanto tempo. Então, o que chama mais atenção desde a criação da timeline?

O EyeTrack Shop (via Mashabel) utiliza tecnologia de rastreamento ocular para estudar o que os espectadores olham em uma página na web. Veja a alteração do padrão do olhar nessa comparação entre os layouts antigo e atual:



1. A imagem de cabeçalho é notada em primeiro lugar, seguida do perfil e das informações pessoais. A coluna com o cronograma das histórias vem por último, mesmo depois das caixas de anúncios patrocinados. Este é um padrão diferente do antigo layout, em que o mural era o primeiro a ser visto, seguido das informações pessoais e da foto do perfil. Ainda no antigo padrão, anunciantes eram vistos por último, mas na nova timeline eles são vistos antes do mural.

2. Mais tempo em informações pessoais. Em média, o espectador passa 2,2 segundos na caixa de informações pessoais da timeline, com um aumento de 0,6 segundo em relação ao layout anterior. (Isso na caixa de informações pessoais, não na seção como um todo).



Essas estatísticas podem auxiliar na criação de um perfil (ou fan page, pela similaridade das disposições) adequado a sua finalidade de uso da rede social. Veja as dicas de como melhor utilizar a timeline:

1. A foto do cabeçalho é o que as pessoas veem primeiro e, quando utilizada corretamente, pode levar os telespectadores a querer saber mais. Ela deve ser simples e fácil para olhar (menos é mais). Se quiser adicionar texto, tudo bem, desde que seja breve e defina bem seu negócio.

2. Imagem do perfil ou produto. De modo geral, é melhor manter essa seção simples e clean, com foco em produtos que sua empresa produz ou serviços que ela oferece. Faça-o de modo profissional, invista um pouco mais e, se necessário, contrate um fotógrafo para ter uma bela imagem.

3. Certifique-se de usar a timeline corretamente. Isso significa que, se sua empresa aparece com um novo produto ou serviço, publique imediatamente a respeito. A timeline garante 7 dias para editar uma mensagem antes de ser publicada, então assegure-se de que a postagem está agendada corretamente para evitar que seja publicada com erros.

4. Conteúdo dirigo é uma grande vantagem do novo layout. Ele permite que os usuários se preocupem com o conteúdo da mensagem, em vez de tentar prender a atenção dos espectadores a todo o custo. Assim, um negócio pode postar sobre um produto ou aspectos técnicos de um serviço e tem mais flexibilidade sem ter que se preocupar em como apresentá-lo.

5. Graças ao aumento do tempo de fixação na página com a timeline, seja específico, profissional e impressione nas informações pessoais. Esses são os principais pontos onde você pode melhorar sua reputação com muita criatividade.

Contém partes escritas por BethKanter.org.

Lívia Gusmão: a fama e o conceito da instituição são construídas diariamente - Por: Erick Pinheiro

O que você escreve no Facebook, Orkut, Twitter ou blog pode ser analisado por especialistas em mídias sociais e ter reflexos em sua vida real. Esses profissionais têm avaliado o comportamento dos internautas no mundo virtual e auxiliado empresas no processo seletivo de funcionários, na divulgação de produtos e até no gerenciamento de crise.

Essas redes de pessoas conectadas virtualmente são caracterizadas pela alta frequência de usuários, além da eficiência em atingir um público específico ou generalizado. A aposta nesse potencial foi colocada em prática há um ano pela Fundação de Desenvolvimento Cultural de Sorocaba (FUNDEC). O objetivo era divulgar os eventos da entidade e atrair os jovens, que costumam utilizar apenas a internet para obter informações. Segundo o presidente da entidade, Geraldo Ricci, o resultado tem sido positivo. “Temos tido uma resposta satisfatória e uma maior interação com a população”, comenta Ricci.

A responsável por administrar o Twitter e o Facebook da FUNDEC é a jornalista Thaís da Silveira, 31. Ela planeja e gerencia a comunicação da instituição, sempre com o objetivo de maximizar o alcance da marca no ambiente online e gerar visibilidade. 
Segundo thaís, criar uma conta em uma rede social e publicar alguns posts é fácil e qualquer um pode fazer. Mas o trabalho vai muito além disso. Antes de mais nada é preciso conhecer o perfil do seu público, onde a empresa quer chegar, como ela se comunica com os seus clientes e qual é a sua reputação. Feito o diagnóstico, é necessário planejar. “Isso inclui a definição de quais redes sociais serão empregadas, a elaboração do projeto editorial, os mecanismos de monitoria e os indicadores de mensuração do trabalho”, comenta.
No projeto editorial é definida a linguagem, a frequência de postagens, as formas de interação com o público e a postura editorial em caso de gestão de crises. Com esse planejamento em mãos, os perfis são criados e é iniciado o trabalho de produção de conteúdo, de relacionamento com o público, de busca da ampliação da rede de contatos e de monitoramento.

O dinamismo proporcionado pelas redes sociais já foi empregado pela FUNDEC para consertar equívocos, um deles levantado por um seguidor do facebook: “Pesquisei na internet, mas não me recordo onde encontrei a informação de que teria uma apresentação da orquestra sinfônica de Sorocaba, às 20h. Quando cheguei ao local já estava acabando a apresentação e o senhor que estava cuidando do estacionamento falou que a informação saiu na rádio e na televisão da mesma forma. O que aconteceu?”. A resposta ao internauta foi dada dois dias depois, com detalhes dos eventos e com o link do site da entidade.

O redator e analista de mídias sociais Tiago Oliveira, 32, classifica as mídias sociais como uma possibilidade das empresas ouvirem as opiniões e adaptarem os seus processos, com a melhoria dos produtos e serviços. “Hoje, o consumidor que se sentir prejudicado pode gravar um vídeo da sua história e postar no YouTube, ao invés de recorrer a um procon ou a um processo judicial”, diz.
De acordo com Oliveira, o principal benefício de uma empresa estar presente nas mídias sociais é a possibilidade de acompanhar o que se diz de sua marca, positiva ou negativamente. “Quando o monitoramento é feito por profissionais sérios, é possível saber tudo o que se relaciona à sua marca, mesmo que não a citem diretamente. Porque as conversas online deixam rastros, até quando deletadas. E esses rastros dizem muito sobre opinião e comportamento do consumidor, que servem de base para estratégias de marketing”, completa.

Para a publicitária e analista de mídias sociais Lívia Gusmão, 29, a reputação de toda a empresa é a percepção que seu público tem de ganhos adicionais que ela proporcione. Portanto, a fama e o conceito da instituição são construídas diariamente a cada relacionamento estabelecido.


Segundo Lívia, em tempos de mídias e redes sociais, o fator mais agravante em uma crise é não se conseguir controlar o boca a boca. “Um deslize pode reverberar por muito tempo, sobretudo se, além de não ser evitado, nenhuma providência for tomada. Isso pode ser feito através da geração de conteúdo relevante, de explicações, justificativas e argumentos que esclareçam ou validem a postura adotada junto ao cliente e público formador de opinião, com o intuito de reverter ou abrandar a situação”, comenta a analista.

(via Jornal Cruzeiro do Sul)

Depois de 10 anos de blogagem, é a segunda ou terceira vez que crio uma conta no tumblr. Dessa vez, recomeço com o foco em mídias sociais (leia-se também redes sociais), trabalho que desenvolvo como analista. Pretendo usar esse espaço para sugerir leituras e apresentar alguns cases interessantes, desde os meus até os que repercutiram na mídia de modo geral.

E para começar, #EuRecoMANDO o ebook Mídias Sociais: Perspectivas, tendências e reflexões, organizado pelos sócios da agência PaperCliq (Marcel Ayres, Renata Cerqueira e Tarcízio Silva) em parceria com Danila Dourado. O material busca sistematizar conhecimentos sobre a área, discutindo temas como monitoramento online, transmídia, assessoria política, geolocalização, novos modelos de negócios, coolhunting etc. Produzido colaborativamente, o ebook conta com artigos de profissionais e pesquisadores de todo país, como Patrícia Moura (Agência Binder / Visão Estratégica), Nino Carvalho (Inpress Porter Novelli), Carol Terra (Agência Ideal), Gilber Machado (e-Brand), Mirna Tonus (UFU) e Henrique Puccini (Humantech).